Simples Nacional 2026: guia completo de anexos, Fator R, limites, DAS e quem pode optar

Simples Nacional 2026: guia completo de anexos, Fator R, limites, DAS e quem pode optar

Publicado em23/06/2026

Tempo leitura23min 58s

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Simples Nacional 2026: guia completo de anexos, Fator R, limites, DAS e quem pode optar

O Simples Nacional 2026 é o regime tributário simplificado para microempresas e empresas de pequeno porte que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. Ele permite pagar diversos tributos em uma única guia mensal, o DAS, mas exige atenção ao CNAE, aos anexos, ao Fator R, aos limites de faturamento, aos sublimites e às regras de opção.

Na prática, o Simples Nacional pode reduzir burocracia e facilitar a rotina fiscal da empresa, mas nem sempre é o regime mais barato. Por isso, antes de optar ou permanecer no regime, é importante entender como funcionam as alíquotas, o cálculo do DAS, os anexos, o enquadramento por atividade e a comparação com outros regimes tributários.

Este guia é o conteúdo principal do cluster de Simples Nacional 2026 da contabilidade.com. Se você procura uma visão mais estratégica sobre regimes, veja também o guia de regime tributário. Se quer uma versão mais direta, acesse o mini guia Simples Nacional 2026: o que é, quem pode optar, limite, DAS e como funciona.

Simples Nacional 2026: guia completo de anexos, Fator R, limites, DAS e quem pode optar

Simples Nacional 2026: guia completo de anexos, Fator R, limites, DAS e quem pode optar

O Simples Nacional 2026 é o regime tributário simplificado para microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) que faturam até R$ 4,8 milhões por ano. Na prática, ele permite pagar diversos tributos em uma única guia mensal, o DAS, mas exige atenção ao CNAE, aos anexos, ao Fator R, ao RBT12, aos limites de faturamento, aos sublimites e às regras de opção.

O Simples Nacional pode reduzir burocracia e facilitar a rotina fiscal da empresa, mas nem sempre é o regime mais barato. Por isso, antes de optar ou permanecer no regime, é importante entender como funcionam as alíquotas, o cálculo do DAS, os anexos, o enquadramento por atividade e a comparação com outros regimes tributários.

Este guia é o conteúdo principal do cluster de Simples Nacional 2026 da contabilidade.com. Se você procura uma versão mais direta, veja também o mini guia Simples Nacional 2026: o que é, quem pode optar, limite, DAS e como funciona.

Resumo do Simples Nacional 2026

O que éRegime tributário simplificado para ME e EPP
Quem pode optarMicroempresas e empresas de pequeno porte dentro das regras do regime
Limite de faturamentoAté R$ 4,8 milhões por ano
Como pagaPor meio do DAS, guia única mensal
Alíquotas iniciaisDe 4% a 15,5%, conforme o anexo
Ponto de atençãoO Simples Nacional nem sempre é o regime mais barato

O que mudou no Simples Nacional 2026?

Em 2026, o limite geral do Simples Nacional continua sendo de R$ 4,8 milhões por ano. O regime segue funcionando com recolhimento pelo DAS, anexos por atividade, cálculo pela receita bruta acumulada dos últimos 12 meses e regras específicas para ME, EPP e MEI.

O principal ponto de atenção está no planejamento para 2027. Com a Reforma Tributária, a opção pelo Simples Nacional para o ano-calendário de 2027 passa a ter uma janela antecipada em setembro de 2026. Além disso, empresas precisarão acompanhar as novas regras relacionadas ao IBS e à CBS.

Para entender essa mudança, veja o artigo sobre opção pelo Simples Nacional 2027 e regras do IBS e CBS.

Guias principais do cluster Simples Nacional

Para entender o Simples Nacional 2026 por partes, consulte também:

Índice do guia

O que é Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime tributário criado pela Lei Complementar 123/2006 para simplificar a arrecadação de tributos de pequenos negócios.

Em vez de recolher vários impostos em guias separadas, a empresa optante paga, em regra, uma única guia mensal chamada DAS.

O objetivo do regime é reduzir burocracia, facilitar o pagamento dos tributos e tornar a rotina fiscal mais acessível para ME e EPP.

Para uma explicação mais introdutória, veja também o que é Simples Nacional e como funciona na prática.

Como funciona o Simples Nacional

O Simples Nacional funciona a partir de quatro elementos principais:

  • CNAE da empresa: indica a atividade exercida;
  • Anexo tributário: define a tabela aplicável;
  • RBT12: receita bruta acumulada dos últimos 12 meses;
  • Alíquota efetiva: percentual calculado conforme faixa de faturamento, anexo e parcela a deduzir.

Na prática, o imposto não é calculado por uma alíquota fixa única. O valor muda conforme a receita acumulada, o tipo de atividade, o anexo e eventuais regras específicas.

Em algumas atividades de serviço, o Fator R pode reduzir a tributação ao permitir que a empresa seja tributada pelo Anexo III em vez do Anexo V.

Quem pode optar pelo Simples Nacional

Podem optar pelo Simples Nacional as empresas enquadradas como:

  • Microempresa (ME): faturamento de até R$ 360 mil por ano;
  • Empresa de Pequeno Porte (EPP): faturamento acima de R$ 360 mil e até R$ 4,8 milhões por ano.

Além do limite de faturamento, a empresa precisa cumprir regras de atividade, natureza jurídica, estrutura societária e regularidade fiscal.

Para aprofundar, veja quem pode optar pelo Simples Nacional em 2026.

Quem não pode optar pelo Simples Nacional

Nem toda empresa pode entrar ou permanecer no Simples Nacional. Entre os impedimentos mais comuns estão:

  • faturamento acima do limite permitido;
  • atividade vedada pela legislação;
  • empresa com pessoa jurídica no quadro societário;
  • débitos fiscais não regularizados;
  • estrutura societária incompatível com o regime;
  • participação em outra empresa em situações vedadas.

Para entender melhor os impedimentos, leia quem deveria evitar o Simples Nacional em 2026.

Quais impostos entram no Simples Nacional

O DAS do Simples Nacional pode reunir até oito tributos:

  • IRPJ;
  • CSLL;
  • PIS;
  • Cofins;
  • IPI;
  • CPP;
  • ICMS;
  • ISS.

Porém, nem todos esses tributos entram no DAS em todas as situações. Em alguns casos, ISS e ICMS podem ser recolhidos fora da guia única, especialmente por conta de sublimites, retenções, substituição tributária ou DIFAL.

Para aprofundar, veja ISS no Simples Nacional e ICMS no Simples Nacional.

Qual é o limite do Simples Nacional

O limite geral do Simples Nacional 2026 é de R$ 4,8 milhões por ano.

Esse limite deve ser acompanhado pela receita bruta acumulada, especialmente quando a empresa cresce e se aproxima dos sublimites.

Tipo de empresaLimite de faturamento
MEIAté R$ 81.000,00 por ano
Microempresa (ME)Até R$ 360.000,00 por ano
Empresa de Pequeno Porte (EPP)De R$ 360.000,01 até R$ 4.800.000,00 por ano

Para uma visão específica, consulte limite do Simples Nacional 2026.

O que são sublimites do Simples Nacional

Os sublimites do Simples Nacional são patamares internos que afetam principalmente o recolhimento de ISS e ICMS.

Em 2026, o sublimite relevante é de R$ 3,6 milhões. Ao ultrapassar esse valor, a empresa pode continuar no Simples Nacional, mas ISS e ICMS podem passar a ser recolhidos fora do DAS.

RBT12Efeito prático
Até R$ 3,6 milhõesRecolhimento padrão pelo DAS
Acima de R$ 3,6 milhõesISS e ICMS podem sair do DAS
Acima de R$ 4,8 milhõesRisco de desenquadramento do Simples Nacional
Acima de R$ 5,76 milhõesExcesso superior a 20%, com efeitos mais imediatos

Para exemplos práticos, leia limite e sublimites do Simples Nacional 2026.

Quais são os anexos do Simples Nacional

O Simples Nacional 2026 possui cinco anexos. Cada um deles corresponde a um grupo de atividades e possui alíquotas próprias.

AnexoTipo de atividadeAlíquota inicialGuia específica
Anexo IComércio4%Anexo I do Simples Nacional
Anexo IIIndústria4,5%Anexo II do Simples Nacional
Anexo IIIPrestadores de serviço6%Anexo III do Simples Nacional
Anexo IVPrestadores de serviço específicos4,5%Anexo IV do Simples Nacional
Anexo VPrestadores de serviço técnicos e intelectuais15,5%Anexo V do Simples Nacional

Para consultar a explicação por atividade, veja anexos do Simples Nacional 2026. Para uma tabela mais completa com CNAE, anexo, Fator R e alíquotas, acesse a tabela do Simples Nacional 2026.

Quais são as faixas do Simples Nacional?

Todos os anexos do Simples Nacional usam as mesmas faixas de receita bruta acumulada em 12 meses. O que muda entre os anexos é a alíquota nominal, a parcela a deduzir e a repartição dos tributos.

FaixaReceita bruta acumulada em 12 meses
1ª faixaAté R$ 180.000,00
2ª faixaDe R$ 180.000,01 a R$ 360.000,00
3ª faixaDe R$ 360.000,01 a R$ 720.000,00
4ª faixaDe R$ 720.000,01 a R$ 1.800.000,00
5ª faixaDe R$ 1.800.000,01 a R$ 3.600.000,00
6ª faixaDe R$ 3.600.000,01 a R$ 4.800.000,00

Por isso, duas empresas com o mesmo faturamento podem pagar impostos diferentes se estiverem em anexos diferentes. No caso das atividades sujeitas ao Fator R, essa diferença costuma aparecer entre o Anexo III e o Anexo V.

CNAE no Simples Nacional

O CNAE é um dos principais fatores para definir se a empresa pode optar pelo Simples Nacional e qual anexo será aplicado.

Ele também influencia a tributação, a emissão de notas fiscais, a incidência de ISS ou ICMS e a possibilidade de aplicação do Fator R.

Para verificar atividades permitidas, vedações e enquadramento, veja CNAE no Simples Nacional 2026.

O que é Fator R no Simples Nacional

O Fator R é uma regra que pode reduzir a tributação de algumas empresas de serviços no Simples Nacional.

A fórmula é:

Fator R = folha de pagamento dos últimos 12 meses ÷ receita bruta dos últimos 12 meses

Quando o resultado é igual ou superior a 28%, algumas atividades que seriam tributadas pelo Anexo V podem ir para o Anexo III, que costuma ter alíquota inicial menor.

Para aprofundar, veja Fator R 2026, exemplos práticos do Fator R e Fator R nos anexos III e V.

Como calcular e emitir o DAS do Simples Nacional

O DAS do Simples Nacional é calculado com base no faturamento do mês, no RBT12, no anexo e na alíquota efetiva.

A fórmula da alíquota efetiva é:

Alíquota efetiva = (RBT12 x alíquota nominal - parcela a deduzir) ÷ RBT12

Depois, a alíquota efetiva é aplicada sobre o faturamento do mês para chegar ao valor do DAS.

Para ver o passo a passo, leia DAS do Simples Nacional 2026, como calcular o DAS do Simples Nacional e PGDAS-D 2026.

Simples Nacional 2026 por perfil de empresa

Além de entender as regras gerais, é importante avaliar o Simples Nacional de acordo com o perfil da empresa. O regime pode ser muito vantajoso para alguns negócios e menos interessante para outros.

PerfilPonto principalConteúdo recomendado
Prestadores de serviço PJDevem avaliar anexo, Fator R, ISS e carga efetivaSimples Nacional para prestadores de serviço
Empresas de tecnologiaPrecisam observar CNAE, Anexo III, Anexo V e Fator RFator R nos anexos III e V
Profissionais da saúdePodem ter impacto relevante do Fator R e do enquadramento corretoAnexos do Simples Nacional 2026
Marketing, agências e creatorsDevem comparar atividade, CNAE, anexo e margemCNAE no Simples Nacional 2026
Consultores e autônomosPrecisam comparar Simples, Lucro Presumido e regularidade fiscalSimples Nacional x Lucro Presumido

Consulta Optantes do Simples Nacional

A consulta de optantes permite verificar se uma empresa está enquadrada no Simples Nacional.

Essa consulta é útil para confirmar a situação do próprio CNPJ, validar fornecedores e acompanhar possíveis exclusões do regime.

Veja o passo a passo em consulta optantes do Simples Nacional.

Como optar pelo Simples Nacional

A opção pelo Simples Nacional pode ocorrer na abertura da empresa ou em períodos específicos para empresas já existentes.

Antes de solicitar a opção, é importante validar:

  • CNAE;
  • natureza jurídica;
  • faturamento;
  • pendências fiscais;
  • inscrições municipais e estaduais;
  • atividade permitida.

Empresas que já estão no regime não precisam renovar a opção anualmente, salvo em casos de exclusão ou necessidade de nova solicitação.

Desenquadramento do Simples Nacional

O desenquadramento do Simples Nacional ocorre quando a empresa deixa de cumprir as regras do regime.

As causas mais comuns são:

  • excesso de faturamento;
  • atividade vedada;
  • débitos fiscais não regularizados;
  • alteração societária incompatível;
  • erro de enquadramento.

Para entender causas, prazos e regularização, consulte desenquadramento do Simples Nacional 2026.

Simples Nacional x outros regimes tributários

O Simples Nacional deve ser comparado com outros regimes, especialmente quando a empresa cresce, muda de atividade ou passa a pagar uma alíquota efetiva mais alta.

CritérioSimples NacionalLucro PresumidoLucro Real
FaturamentoAté R$ 4,8 milhõesAté R$ 78 milhõesSem limite geral obrigatório
GuiasGuia única, em regraGuias separadasGuias separadas
ComplexidadeMenorMédiaMaior
Base principalFaturamento e anexoMargem presumidaLucro contábil real

Para comparar, veja Simples Nacional x Lucro Presumido, Simples Nacional x Lucro Real e MEI x Simples Nacional.

Vantagens do Simples Nacional

As principais vantagens do Simples Nacional são:

  • pagamento de impostos em uma guia única;
  • menos burocracia fiscal;
  • rotina mais simples para pequenas empresas;
  • possibilidade de carga tributária reduzida em alguns anexos;
  • facilidade de apuração mensal.

Para uma análise completa, veja vantagens e desvantagens do Simples Nacional.

Desvantagens do Simples Nacional

Apesar de ser simplificado, o Simples Nacional não é sempre o regime mais barato.

Entre os pontos de atenção estão:

  • tributação sobre faturamento, não sobre lucro;
  • alíquotas elevadas em algumas faixas;
  • perda de competitividade por falta de créditos tributários;
  • limite de faturamento;
  • ISS e ICMS fora do DAS em alguns cenários;
  • risco de pagar mais no Anexo V sem planejamento do Fator R.

Para entender os sinais de alerta, veja quando o Simples Nacional fica caro.

Quando o Simples Nacional vale a pena

O Simples Nacional 2026 costuma valer a pena quando:

  • a empresa está dentro do limite de faturamento;
  • o CNAE está em anexo favorável;
  • a alíquota efetiva é menor que em outros regimes;
  • a empresa tem rotina fiscal simples;
  • o Fator R permite reduzir a tributação em serviços;
  • o custo operacional do regime é compatível com o faturamento.

Para prestadores de serviço, veja Simples Nacional para prestadores de serviço.

Para simular cenários, use a calculadora de impostos.

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FAQ - Perguntas frequentes sobre Simples Nacional 2026

1) O que é Simples Nacional 2026?

Simples Nacional 2026 é o regime tributário simplificado para microempresas e empresas de pequeno porte, com recolhimento de tributos em uma guia mensal chamada DAS.

2) Qual é o limite do Simples Nacional 2026?

O limite geral do Simples Nacional 2026 é de R$ 4,8 milhões por ano.

3) Quem pode optar pelo Simples Nacional em 2026?

Podem optar microempresas e empresas de pequeno porte com atividade permitida, faturamento dentro do limite, estrutura societária compatível e sem impedimentos fiscais.

4) Quais são os anexos do Simples Nacional 2026?

São cinco anexos: Anexo I para comércio, Anexo II para indústria, Anexo III para serviços, Anexo IV para serviços específicos e Anexo V para serviços técnicos e intelectuais.

5) O que é Fator R no Simples Nacional 2026?

Fator R é o cálculo que compara folha de pagamento e receita bruta dos últimos 12 meses. Quando o resultado é igual ou superior a 28%, algumas empresas de serviços podem ir do Anexo V para o Anexo III.

6) Como calcular o DAS do Simples Nacional 2026?

O DAS é calculado com base no faturamento do mês, na receita bruta acumulada dos últimos 12 meses, no anexo e na alíquota efetiva.

7) O Simples Nacional 2026 sempre vale a pena?

Não. O regime pode ser vantajoso, mas precisa ser comparado com Lucro Presumido e Lucro Real conforme faturamento, atividade, margem, folha e perfil dos clientes.

8) MEI faz parte do Simples Nacional?

Sim. O MEI é uma modalidade simplificada dentro do Simples Nacional, mas possui limite próprio e regras específicas.

9) O que acontece se ultrapassar o limite do Simples?

A empresa pode ter ISS e ICMS fora do DAS ou, em casos de excesso maior, ser desenquadrada do Simples Nacional.

10) Como saber se minha empresa está no Simples Nacional?

A consulta pode ser feita pelo CNPJ no portal de optantes do Simples Nacional.

11) O que muda no Simples Nacional com a Reforma Tributária?

O Simples Nacional continua existindo, mas empresas precisarão acompanhar as regras de IBS e CBS e o novo calendário de opção para 2027.

12) Quando o Simples Nacional fica caro?

O Simples pode ficar caro quando a empresa está no anexo errado, tem margem baixa, ultrapassa sublimites, paga Anexo V sem planejamento do Fator R ou já deveria simular outro regime.

Referências oficiais

Conclusão: Simples Nacional 2026 vale a pena?

O Simples Nacional 2026 pode ser uma excelente opção para microempresas e empresas de pequeno porte, mas precisa ser analisado com cuidado.

O regime pode simplificar a rotina fiscal e reduzir impostos em muitos casos, mas também pode ficar caro quando a empresa está no anexo errado, ultrapassa sublimites, não aplica corretamente o Fator R ou cresce a ponto de precisar comparar com Lucro Presumido ou Lucro Real.

Por isso, antes de optar ou permanecer no regime, avalie faturamento, CNAE, anexo, DAS, Fator R, limite, sublimites e margem de lucro.

Se precisar de apoio técnico, fale com o time da contabilidade.com e entenda qual regime tributário faz mais sentido para sua empresa.

Erico Azevedo

Escrito por:

Erico Azevedo

Empreendedor serial e CEO da Contabilidade.com, plataforma contábil completa para CNPJs. Também é sócio-fundador do Contbank, primeira solução de BPO e Gestão Financeira Simplificada com Inteligência Artificial e Open Finance. Em 2018, fundou a Wabbi Software, primeira plataforma contábil em nuvem do Brasil, posteriormente vendida à ContaAzul, onde se tornou sócio e acionista. Além da carreira empreendedora, é pesquisador, com Doutorado em Engenharia Elétrica pela UNICAMP e Doutorado em Psicologia pela PUC/SP. Autor de diversos livros e pesquisas sobre campos informacionais e intuição, é fundador da Associação Oriont, dedicada ao estudo da consciência. Editor e coautor do livro científico “Information Fields Theory and Applications: Quantum Communication in Physics and Biology” (Springer Nature, 2025) e autor de “Intuição: do mistério à maestria”, obra que conecta ciência, percepção e autoconhecimento. Com muita experiência na interseção entre tecnologia, finanças, psicologia e inovação, Erico Azevedo é referência em liderança, empreendedorismo e inovação organizacional no Brasil e no exterior.

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